A missão do Magistério está ligada ao caráter definitivo da Aliança instaurada por Deus em Cristo com seu Povo; deve protegê-lo dos desvios e dos desfalecimentos e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O ofício pastoral do Magistério está assim ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta. Para exercer este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma de infalibilidade em matéria de fé e de costumes. O exercício deste carisma para assumir várias modalidades.” (LG 31; cf. Catecismo da Igreja Católica, 890)

Toda ação da Igreja que se fundamenta na missão de Jesus e visa à implantação do Reino de Deus é uma pastoral. A pastoral tem o objetivo de concretizar a mensagem da Boa Nova nas estruturas sociais e no testemunho diário e constante, atualizando as atitudes de Jesus como bom pastor (inclusive, a palavra “pastoral” vem de “pastor”).

Os movimentos nascem e se formam num contexto externo à igreja local, sendo mais ligados à vida pessoal dos fiéis, visando à espiritualidade e à vivência de diferentes aspectos da fé.

Pastorais e Movimentos de Nossa Paróquia

Grupos Familiares Al-Anon do Brasil

Os Grupos Familiares Al-Anon são uma associação de parentes e amigos de alcoólicos que compartilham sua experiência, força e esperança, a fim de solucionar os problemas que tem em comum. Acreditam que o alcoolismo é uma doença que atinge a família e que uma mudança nas próprias atitudes pode ajudar na recuperação. O Al-Anon abrange também o Alateen, que são grupos compostos por membros jovens (13 a 19 anos), que sofrem com o alcoolismo de um familiar ou amigo.

O Al-Anon não está ligado a nenhuma seita, religião, movimento político, organização ou instituição; não se envolve em qualquer controvérsia, nem endossa ou se opõe a qualquer causa. Não existe taxas para ser membro. O Al-Anon é autossuficiente, vivendo por meio das contribuições voluntárias de seus próprios membros.

O Al-Anon tem apenas um propósito: prestar ajuda a familiares e amigos de alcoólicos. Isso é feito com a prática dos Doze Passos, encorajando e compreendendo os parentes alcoólicos, bem como acolhendo e proporcionando alívio a familiares de alcoólicos.

Os princípios do Programa Al-Anon são os Doze Passos, as Doze Tradições e os Doze Conceitos.


Coordenação: Juçara
Reuniões/Encontros: Segundas-feiras – 14h00
Site: http://www.al-anon.org.br/

Associação Catarinense de Interação Familiar – ONG sem fins lucrativos, totalmente dirigida e operada por voluntários. Orientamos famílias na prevenção e recuperação da doença Dependência Química.


Coordenação: Alvarito
Reuniões/Encontros: Segundas-feiras – 20h00
Sitehttp://acifamflorianopolis.blogspot.com.br/

O Apostolado da Oração constitui uma associação de fiéis que, pelo oferecimento diário de si mesmos unidos ao sacrifício eucarístico e pela união vital com Cristo, colaboram na salvação do mundo. Conseguem esse objetivo por meio do seguinte programa:

  • Participação vital no Mistério Eucarístico.
  • Culto ou espiritualidade do Coração de Cristo.
  • Preocupação de sentir com a Igreja.
  • Assídua oração apostólica.
  • Amor e devoção a Nossa Senhora.

Assim como o mês de maio é dedicado a Maria o mês de junho é dedicado ao sagrado Coração de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus iniciou-se ao pé da cruz no momento em que o soldado com uma lança perfurou lhe o lado abrindo seu Coração.

O Apostolado da Oração teve seu início na França em uma casa de estudos em Vals perto de Le Puy, os estudantes de teologia e filosofia, presos em seus livros e temas escolares indóceis, crescia neles o anseio de realizar algum apostolado direto nas paróquias junto ao povo, inspirado pelo Espírito Santo Pe: Francisco Xavier Gautrelet, jesuíta, no dia 3 de dezembro de 1844 lançou essa luminosa idéia, oferecer seus trabalhos e estudos sacrifícios e suas alegrias, ofereciam tudo, em espírito apostólico, assim nasceu o Apostolado da Oração.

No Brasil o primeiro centro do Apostolado da Oração foi fundado 30 de junho de 1867, no Recife na Igreja da Santa Cruz. Seu primeiro diretor Pe. Bento Schembri, jesuíta, Pe. Bartolomeu Taddei foi o 1º secretario nacional no Brasil que defendeu a espiritualidade do Coração de Jesus em todo o País.
Em Londrina iniciou em 19 de junho de 1936 na paróquia Sagrado Coração de Jesus, hoje Catedral e na paróquia Coração de Maria dia 29 de outubro de 1961.

Os Compromissos do Apostolado da Oração
Os compromissos do A.O. é rezar todos os dias, o oferecimento do dia pelas intenções da igreja que o Vaticano nos propõe no bilhete mensal que recebemos da coordenadora todo inicio do mês a reza do terço por essas intenções ou uma dezena, fazer a entronização da imagem do coração de Jesus e a consagração às famílias, primeiro nas casas dos membros que já pertencem ao A.O. depois os que pretendem pertencer, empresas e escolas, etc…, assim com certeza vamos reavivando a nossa missão. são as coisas simples que falam alto, a informação que temos é que 52 países já tem apostolado da Oração. Mas nem Roma, Canadá, México, Estados Unidos, não rezam a missa em honra ao sagrado coração de Jesus como no Brasil. O papa João Paulo II sempre falou do carinho que ele tinha pelo AO e não se cansava de frisar que o AO no Brasil esta melhor que nos outros paises, o tempo da nossa pertença ao A.O. não termina, a partir do momento que nós nos dispusemos a pertencer ao A.O., o nosso nome já esta gravado no coração de Jesus e ele nunca mais nos esquecerá, esta gravação nunca mais apagará.

Nós podemos até nos esquecer dele, mas Jesus é fiel e não nos abandona jamais.

Para esta pertença é preciso um tempo de preparação e de conhecimento para que a pessoa saiba e tome consciência do que esta assumindo. Esta pertença é para sempre. No dia de nossa consagração ao Sagrado coração de Jesus, recebemos indulgências, para isso é necessária confissão, comunhão, uma oração na intenção do papa e exclusão de todo apego ao pecado.

A indulgência pode ser plenária ou parcial. Para recebermos esta indulgência é necessário que estejamos em estado de graça.

Os membros do AO neste dia também recebem a fita, que é o sinal do sagrado coração, a cor vermelha é o sangue, a vida de doação plena que o Senhor entregou por cada um de nós, a medalha tem o Sagrado Coração de Jesus de um lado e do outro Coração de Maria é para nos lembrar que temos pai e mãe que nos abençoa, o Bentinho é o símbolo do AO e nele está gravado venha a nós o vosso reino isso para lembrar a todo instante que estamos buscando esse reino por isso temos que usar a fita não como enfeite nem só para mostrar a que grupo pertencemos mas sim honrá-la como um sinal do amor de Cristo por nós e o nosso por ele. O nosso dever de apostolas é oração, trabalho com caridade, humildade e a mansidão, temos que caminhar juntos, para servir melhor temos que ter paciência com as pessoas principalmente com idosos e doentes, ser apostolas do coração de Jesus é o nosso jeito de ser igreja estar em união com o papa com nossos bispos e sacerdotes que são autoridade na igreja, devemos evitar o máximo criar conflitos e confusão na comunidade. Os membros do apostolado da oração têm dever de estar inserido nas outras pastorais e movimentos da comunidade para que com nossa oração sejamos o alicerce.

Todos os grupos precisam de oração para caminhar certo e assim também estaremos divulgando o sagrado coração de Jesus e espalhando o seu amor a todos e exercendo o ministério sacerdotal universal que recebemos em nosso batismo.

Primeiras Sextas-Feiras

A prática das Primeiras Sextas-Feiras tem sido promovida especialmente pelos membros do Apostolado da Oração.

Esta prática e devoção não são um dogma de fé, mas tratando-se de amor e reparação ao Sagrado Coração de Jesus, a Igreja aceita-a e recomenda-a como sinal do nosso amor e já é uma importante tradição na Igreja católica, ligada as doze promessas.


Coordenação: Maria Helena
Reuniões/Encontros: 1ª sexta feira de cada mês às 17h30
Site: http://www.arquifln.org.br/ao

Fundada por Maria Eulina Hilsenbeck, em 1993, o Clube de Mães do Brasil é uma Instituição Filantrópica, sem fins lucrativos, voltada às pessoas em situação de rua e em vulnerabilidade social.

Na busca da consolidação do potencial humano, desenvolvemos Programas e Projetos Sociais baseados no tripé econômico, social e ambiental.

Nosso principal objetivo é investir no ser humano, contribuindo para o processo de construção da cidadania e da autonomia produtiva das pessoas

Nossa missão é promover o bem comum exercendo a cidadania e contribuindo junto aos nossos colaboradores, para que uma parcela da sociedade menos privilegiada tenha sua realidade impactada por oportunidades e conhecimento, e para que todos nós sejamos um reflexo desta transformação.


Coordenação: Zilda / Ondina
Reuniões/Encontros: todas as terças e quartas-feiras às 14h00
Site: http://clubedemaes.org.br/

São grupos que se encontram “em família” (em clima familiar) para rezar (oração), refletir a realidade à luz da Palavra de Deus (reflexão) e comprometer-se com a vida em todas as dimensões (ação), visando a transformar as pessoas, as comunidades e a sociedade.

Tanto a Igreja em Santa Catarina como a nossa Arquidiocese entendem que os GBF são a Igreja na base, nas casas, no chão da vida. Neles é possível concentrar diversas ações evangelizadoras e pastorais da Igreja, como a leitura refletida e orante da Bíblia, a catequese com adultos, o aprofundamento da fé, o despertar de vocações e ministérios, a formação de lideranças, a prática concreta do amor, a solução de conflitos pessoais e grupais.

Os GBF formam comunidades concretas de fé, porque manifestam a presença de Jesus no meio do povo (Mt 18,20) e testemunham a mensagem de esperança de Jesus Ressuscitado que prometeu permanecer conosco até os fins dos tempos (Mt 28,20).

O que faz?

O Grupo Bíblico em Família ajuda a pessoa a ter intimidade com a Palavra de Deus, reflete a vida à luz dessa Palavra e vai amadurecendo sua vida de fé.

• Fortalece os laços de amizade entre vizinhos, famílias e grupos, abre espaço para a partilha do saber, incentiva a convivência no amor, na justiça, na solidariedade e na unidade.
• Desperta vocações e lideranças para o serviço do Reino, nos diversos ministérios da Igreja.
• Incentiva as pastorais, movimentos e grupos a criar a comunhão na diversidade da Igreja.
• Renova a identidade do ser cristão e fortalece a consciência da missão da Igreja, no compromisso com os ensinamentos e a prática de Jesus Cristo.
• Evangeliza, encorajando os fiéis a assumir os desafios do mundo atual, tais como o individualismo, a violência, a exclusão e outros.
• Busca na prática da solidariedade, na promoção humana e no respeito mútuo a defesa da vida em todas as dimensões, dando continuidade ao projeto de Jesus que veio ”para que todos tenham vida em abundância” (Jo 10,10).


Coordenação: Natália
Reuniões/Encontros:
Site: http://arquifln.org.br/acao-evangelizadora/grupos-biblicos/

Coordenação: Ana
Reuniões/Encontros: toda 2ª quarta-feira de cada mês

Coordenação: Maura
Reuniões/Encontros: todas às segundas-feiras – 14h00

A ação desta comunidade desenvolve-se a nível de catequese, evangelização e formação religiosa e espiritual, a nível inter-paroquial. A visita aos doentes e a atenção aos velhinhos são ações que praticam. Além disso, ponderam a possibilidade de a sua atividade se inserir também a nível da Diocese, em iniciativas dirigidas aos jovens.

A Legião de Maria (em latim: Legio Mariae) é uma associação internacional de fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana formada por leigos que servem de forma voluntária com a finalidade de contribuir para a ação evangelizadora da Igreja, sob a poderosa proteção e sublime exemplo de Maria. Foi fundada em Dublin, Irlanda, como um movimento mariano católico romano por Frank Duff em 7 de setembro de 1921.

Hoje entre membros ativos e auxiliares possui mais de 3 milhões de legionários em todo o mundo, sendo, portanto, a maior organização leiga de apostolado da Igreja Católica.

A associação tem sua maior presença na Coreia do Sul, nas Filipinas, no Brasil, na Argentina e na República do Congo. Estes países possuem entre 250.000 e 500.000 membros, cada.

O objetivo dos legionários de Maria é sob o poderoso comando de Maria Imaculada, Medianeira de todas as graças’ ‘servir na guerra, perpetuamente travada pela Igreja contra o mal que existe no mundo’.


Coordenação: Natália
Reuniões/Encontros: Quartas-feiras pela manhã
Site: http://www.legiaodemaria.org.br

O Movimento de Irmãos é um movimento a nível arquidiocesano, sempre orientado pela Igreja Católica Apostólica Romana, através dos seus sacerdotes e bispos. Foi fundado em junho de 1970, pelo monsenhor Bernardo José Krasinski, (saudosa Memória) falecido no ano de 1975, na época pároco da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba.

Tem duas características fundamentais: familiar e paroquial.

Por ser um movimento paroquial tem como objetivo, formar casais para as diversas pastorais de sua paróquia, servir a igreja em sua comunidade, vivendo o evangelho consciente de que tem uma missão a cumprir em sua paróquia, com sacerdotes e leigos, levando o amor de Deus ao próximo e a família.


Coordenação: Marlete e Adilson
Reuniões/Encontros: toda 3ª quinta-feira de cada mês
Site: http://floripami.wordpress.com/

O Movimento Serra é um movimento da Igreja Católica formado por fiéis leigos, homens e mulheres, que amam e se dedicam ao trabalho vocacional. Seus membros se reúnem para REZAR e TRABALHAR pelas vocações, pelos vocacionados e consagrados: Sacerdotes, Religiosos (as) e Missionários. São, portanto, pessoas que AMAM as vocações e os vocacionados de especial consagração. AMAM a Igreja e àqueles que a Ela dedicam sua vida. Dão um pouco do muito que recebem de Deus. Trabalhar pelas vocações é a mais bela das pastorais. Lembre sempre: “Sem padre, não há Igreja; sem igreja não há Eucaristia; sem Eucaristia não há santidade”.


Coordenação: Oscir
Reuniões/Encontros:
Site: http://www.movimentoserra.org.br/

É a ação pastoral da Igreja de forma organizada em favor da FAMÍLIA, para promover a vivência e os valores do matrimônio e da família. O objetivo desta Pastoral é a evangelização da família. Disse o Papa João Paulo II: “a família é o coração da nova evangelização”.

Toda evangelização passa primeiro pela família. É ali, que se anuncia o Evangelho do Amor: no dia a dia, na maneira de falar, de tratar com as pessoas. A família é então “uma boa notícia”, uma grande notícia que põe tudo e todos em movimento. “O futuro da humanidade passa pela FAMÍLIA”, diz João Paulo II.

A equipe da Pastoral Familiar, está se organizando e formando sua equipe para propiciar uma ajuda efetiva para todas as famílias. A Pastoral Familiar é a ação que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada, por meios de agentes específicos, com metodologia própria.

A Pastoral Familiar busca:
• Evangelizar a família, sobre a família.
• Oferecer instrumentos necessários para a formação e promoção da família.
• Fornecer orientações para a vivência familiar.
• Levar a “Boa Nova” do Sacramento do Matrimônio, a todos os integrantes de uma família.
• Transformar a sociedade pela obra de evangelização humana e cristã.
• A Pastoral Familiar tem como objetivo trabalhar a Prevenção da Estrutura Familiar.


Coordenação: Vera e Burigo
Reuniões/Encontros:
Site:

A Pastoral da Juventude (PJ) é e é ação organizada dos jovens que são Igreja junto com seus pastores e com toda comunidade para aprofundar a vivência de sua fé e evangelizar outros jovens com opção evangélica preferencial e consciente pelos jovens das classes populares e pelos jovens marginalizados, em vista da construção de um mundo mais fraterno e justo, a fim de que se transformem em novos homens e novas mulheres, sendo, pois, agentes da construção da nova sociedade, guiados pelos critérios evangélicos. A ação baseia-se nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil de 1994.


Coordenação: Gabriela / Fernando
Reuniões/Encontros:
Site: http://www.pj.org.br/

A Pastoral do Canto Litúrgico tem a função de motivar e animar a comunidade nas celebrações Litúrgicas. Na liturgia, o canto une as pessoas, anima e dá vida à celebração.

O canto e a música na liturgia devem ter bem claro o princípio fundamental formulado pelo Concílio Vaticano II: “…a música sacra será tanto mais santa, quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica…” (SC 112c).


Coordenação: Laurides
Reuniões/Encontros:

O que é o Dízimo?

O dízimo é o reconhecimento de que tudo pertence a DEUS. Nós apenas administramos o que d’Ele recebemos. É uma profunda relação entre você e Deus. O dízimo é devolver a Deus uma pequena parte do muito que Ele nos dá. A graça de Deus não tem preço. Nem todo a dinheiro do mundo pode comprá-la. Portanto, o dízimo não é pagamento, mas sim devolução. O dízimo coerente é aquele que nasce e cresce pela fé. A plena conversão do cristão ao dizimo está na mesma medida e proporção de sua conversão em Cristo.

Com o que contribuo?

Com o dízimo, ajudamos a Igreja a cumprir sua missão, em especial a de evangelizar. Quem oferta o dízimo com consciência e fé torna-se evangelizador, mesmo que não possa ou não saiba anunciar a Palavra de Deus. O próprio ato de contribuir com o dízimo já e um ato evangelizador, pois a ação é um complemento da oração. Além disso, contribuir com o dízimo é ajudar a manter e cuidar da Igreja, a casa de oração da comunidade. É com o dinheiro do dízimo que se compram as velas para o altar, os cálices, os cibórios, os livros e folhetos litúrgicos, paga-se conta de luz, água, telefone, funcionários e tantas outras despesas. Portanto, o dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão e colaborar na construção do Reino de Deus.

10 razões para me tornar dizimista

1 – Sou dizimista porque reconheço os dons de Deus em minha vida. (II Cor 9,7)
2 – Porque manifesto minha gratidão a Deus por tudo! (I Cor 4,7)
3 – Porque procuro retribuir ao meu próximo. ( Lc 17,16)
4 – Porque creio no que Deus diz através da Escritura. (Ml 3,10; Lc 21,1-4)
5 – Porque sou filho de Deus, n’Ele confio e espero. (Mt 6, 25-31)
6 – Porque deixo de ser egoista, à medida que partilho com os outros. (Lc 12, 16-21; Pd 4,8)
7 – Porque creio na vida comunitária fraterna,onde Deus está (Mt 18,20)
8 – Porque levo a sério a Palavra de Deus, que é Pai das misericórdias (Mt 25,40)
9 – Porque Jesus tranquiliza-me, dando-me a certeza de que é meu grande amigo (Jo 14,1-5; Mt 25,34)
10 – Porque desejo ver o evangelho pregado com eficácia, a Comunidade crescendo e Deus sendo glorificado! (Mt 28,19-20; Mc 16,15)

Oração do Dizimista

Recebei, Senhor, a minha oferta.
Ela não é uma esmola, porque não sois mendigo.
Não é apenas uma contribuição porque não precisais dela.
Não é o resto que me sobra que vos ofereço.
Esta importância, Senhor, representa a minha gratidão e o meu reconhecimento,
pois se tenho algo, é porque Vós me destes.


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Com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo – cabeça e membros – presta a Deus o culto público integral.

Portanto, qualquer celebração litúrgica é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, ação sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e o mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja. (…)
A Liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força. (…)

Os que servem ao altar, os leitores, comentadores, e elementos do grupo coral desempenham também um autêntico ministério litúrgico. Exerçam, pois, o seu múnus com piedade autêntica e do modo que convém a tão grande ministério e que o Povo de Deus tem o direito de exigir.” (Vaticano II, Sacrosanctum Concilium, 7, 10 e 29) .


Coordenação: João e Liege
Reuniões/Encontros: de dois em dois meses

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